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Informação acerca de: ALMA DE COIMBRA - António José Moreira e Ricardo Dias
Nome do projecto: ALMA DE COIMBRA - António José Moreira e Ricardo Dias
Site: http://almadecoimbra.googlepages.com
contacto :
Email: almadecoimbra@gmail.com
Telefone:
Cidade de origem: Coimbra
Região de Origem:
Breve descrição:

"ALMA DE COIMBRA"

 http://almadecoimbra.googlepages.com

almadecoimbra@gmail.com

  O Alma de Coimbra, na versão actual, Coro Masculino e Grupo de Guitarras e de Fados de Coimbra, é de criação recente: constituiu-se formalmente em Maio de 2006.

 Antes disso, confinado a um grupo de cultores da música e da canção coimbrãs, desloca-se em Junho de 2000 ao Canadá, onde se apresenta em Montréal, na Universidade McGuill, e na Universidade Provincial, na Cidade de Québec; finalmente, em Ottawa, no Jantar de Gala, oferecido ao Corpo Diplomático, assinalando o Dia de Portugal; aos Açores, onde intervém, em Angra do Heroísmo, em Setembro de 2002, nas tradicionais “Festas de S. Carlos”; dois anos depois, a Macau, por ocasião do 5º aniversário da Transferência da Administração para a República Popular da China. Apresenta-se, na altura, na cerimónia solene da entrega dos Arquivos Chineses pela Torre do Tombo e pelo Instituto Português do Oriente ao IACM (antigo Leal Senado); no Clube Militar; e promove o fado e a guitarra portuguesa na Universidade de Macau e na de Hong Kong

Em Fevereiro de 2005 dá o primeiro passo num sentido mais amplo, ainda que sem ambição de consequência nem suporte estrutural, através de um inesquecível concerto em Coruche, integrado na Campanha “Um Dia Pela Vida”, no quadro das acções da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Em Junho de 2005, a convite da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, oferece uma “Serenata de Coimbra”, no Palácio da Independência, em Lisboa.

A experiência colhida e o entusiasmo que suscita animam a prosseguir. O grupo alarga-se, aceita desafios novos e de maior dificuldade. A mística e o sonho vão ganhando corpo e consistência, com realismo e com sentido de responsabilidade: nasce o Alma de Coimbra.

 

Escorado no talento e na criatividade do maestro Augusto Mesquita, o Coro preocupa-se em divulgar, com qualidade e bom gosto, numa abordagem porventura inédita, alguns dos mais apreciados intérpretes, autores e poetas de fala portuguesa. Será nesse sentido, de alguma forma, um projecto de Lusofonia.

São de José Niza estas palavras, proferidas no final do concerto com que a Câmara Municipal de Santarém, sua terra natal, muito justamente o homenageou em Abril passado:O Alma de Coimbra está a fazer êxito, em Portugal e pelo mundo, cantando exclusivamente música portuguesa”.…”O Alma de Coimbra constitui um exemplo de homenagem à Língua portuguesa e aos compositores portugueses.”

A esta luz, o Alma de Coimbra preservando e promovendo uma saudável matriz coimbrã, assume-se como ponto de encontro de gerações, com percursos profissionais e matizes e alinhamentos bem diversos. Que encontram na diferença, assumida sem peias nem constrangimentos, uma forma de reciprocamente se enriquecerem, à sombra dos Valores que singularizaram a Academia e a Escola em que formaram o espírito. 

Dispersos em larga maioria pelo País, incluindo as Regiões Autónomas, deslocam-se com regularidade a Coimbra, onde procedem à sua preparação artística. 

O Alma de Coimbra tem actuado por todo o Continente (e no Funchal, em Maio passado, em concerto integrado nas comemorações dos seus 500 Anos e numa serenata de Coimbra, oferecida à Cidade), colaborando nomeadamente em eventos de finalidade social, benemerente ou cultural.

Além fronteiras, o Alma de Coimbra volta a Macau, em Outubro de 2006, a convite do Comité Olímpico de Portugal, intervindo no programa cultural dos “I Jogos da Lusofonia”. À margem dos Jogos, canta nas Universidades de Macau e de Hong Kong.

Visita Timor-Leste, em Fevereiro de 2007, numa experiência pioneira, de que colheu testemunhos admiráveis. Encontros com altas individualidades timorenses, nomeadamente o Presidente Xanana Gusmão, e com responsáveis das diferentes forças políticas e sociais. E por então, não obstante o clima de insegurança, realiza 13 actuações em 5 dias: canta para os jovens das Escolas, na Universidade de Díli, no Instituto de Formação de Professores e para os cooperantes, civis e militares; para as autoridades e parlamentares timorenses e para os membros das representações diplomáticas em Díli; e guarda da Missa cantada na Igreja de Nossa Senhora de Motael, apinhada de povo, logo na manhã seguinte ao dia da chegada, uma lembrança de inapagável emoção.

No regresso, na Indonésia, a convite do Governador de Bali, dá um concerto na Universidade de Dempasar.

Ainda em Dezembro desse ano o Alma de Coimbra apresenta-se na Embaixada de Portugal em Washington, perante o Corpo Diplomático e numerosas personalidades, nos eventos que marcaram o termo da Presidência Portuguesa da União Europeia.

Canta, antes e depois desses momentos, para as nossas Comunidades do Massachusetts (Fall River) e do Massachusetts (Fall River) de Nova Jersey (Newark e Elizabeth) – circunstância de que, por vontade incontornável dos nossos compatriotas, vieram a resultar duas outras visitas, em 2008, a Nova Jersey, necessariamente mais breves e com representação menos numerosa, na primeira semana de Março e pelo Dia de Portugal.

Em Setembro passado, esteve presente no Festival Internacional de Música da Medina de Tunis.